Manhuas e Manhwas



A Ásia é sem dúvida o paraíso mais revolucionário das Histórias em Quadrinhos (HQs) e com a popularização dos mangás isso tudo só veio a se confirmar, por isso não demorou muito para surgirem os produtos coreanos (manhwa 만화 man-hwa) e chineses (manhua 漫畫 ou 漫画 mànhuà) no ocidente. Graças a internet podemos conferir, mesmo sem saber o idioma, o trabalho dos manhwaga (만화가) e manhuajia (漫画家), ambos equivale ao mangaka.

Quem disse que boas histórias em quadrinhos entre os asiáticos é especialidade apenas dos japoneses?

Manhuas e manhwas vem conquistando espaço expressivo entre os fãs de mangás e animes com um formato que se assemelha ao mangá, mas existem vários pontos que diferem um do outro a exemplo do sentido da leitura. Os mangás são lidos da direta para esquerda enquanto nos manhuas e manhwas acontece o posto, nos permitindo ler no sentido ocidental (da esquerda para direita).


É comum confundir manhwa com manhua por serem bem parecidos em suas características. No modelo chines as classificações são geralmente três: ação, infantil e político, bem diferente dos coreanos que optam por trabalhar suas histórias para garotos, garotas e adulto. Essas classificações são as mais usadas na formação de uma história, mas é possível encontrar demais gêneros em uma mesma obra. No quesito traços é bom darmos uma olha em especial nas personagens. Nos manhuas as feições são mais realistas com cenários menos detalhados mas rico em cores. No modelo coreano os personagens apresentam a face mais intensa com alguns exageros e esses rostos estão sempre acompanhados por cabelos bem desenhados, com corpos de proporções próximas ao real (sempre esbeltos) e olhos bem marcantes diria que até mesmo reveladores de emoções. Existe um ponto interessante que percebo mais nos manhwas do que nos manhuas, chegando acreditar que se trata de algum tipo de técnica em relação ao uso do degradê encontrado em praticamente todos os capítulos de um mesmo manhwa. 

Manhuas e manhwas são mais famosos no mundo digital, também conhecidos por webtoons. A palavra webtoon vem das palavras web e cartoon. Webtoons são histórias em quadrinho distribuídas gratuitamente na internet, em sua maioria coloridos, tratando de histórias narradas com menos quadros e com temas mais livres sem aquele apego aos gêneros, em comparação aos mangás. Alguns exemplos de webtoon no estilo coreano seriam Fluttering Feelings (Ssamba) e What Does The Fox Say (Gaji). Boa parte dos webtoons são disponibilizados em sites coreanos e assim traduzidos por fãs que acabam se multiplicando pela rede em varias línguas, divulgando e popularizando-os. 


Desenhar no formato dos manhwas não é exclusividade dos coreanos, existem artistas de outros países sendo manhwagas. Destaco o trabalho da bela tailandesa Ratana Satis onde meus olhos brilham de satisfação sobre os belos traços do seu manhwa Lily Love.

A web continuará sendo nossa maior aliada para desbravar esse novo universo, pois boa parte dos manhuas também encontram-se disponíveis apenas para leitura online a exemplo do famoso Tamen Di Gushi (Tan Jiu) e Magan he Danai (Ermuzibu).



É claro que restringimos os exemplos para obras que retratam yuri em suas histórias, mas há muitos manhwas e manhuas que retratam outros gêneros é só procurar para curtir uma boa leitura ( ˘ ³˘)

Um pouco de Lily Love *-*



Designer de Symphogear revela o retorno do anime



O designer das séries Symphogear e de vários trabalhos do estúdio Satelight, Thomas Romain, revelou em seu Twitter o retorno do anime, graças ao sucesso de vendas na temporada de verão. Se deu lucro porque não continuar? (˘⌣˘)

Isso era esperado pois o próprio Thomas já vinha demonstrando em suas postagens no Twitter a satisfação da série Symphogear GX estar no topo da lista dos mais vendidos, claro que tamanha animação tinha seus motivos... Continução da série ƪ(ˆ▽ˆ)ʃ 




Para quem não conhece o legado de Symphogear vai uma breve ideia. Tudo começou em janeiro de 2012, totalizando 3 adaptações sendo que a ultima foi exibida em setembro deste ano sob o enorme titulo Senki Zesshou Symphogear GX: Believe in Justice and Hold a Determination to Fist, abreviado para Senki Zesshou Symphogear GX.

Em nosso universo yuri a série tende a ser alvo de bastante shippagem graças ao vinculo de amizade entre as belas personagens.


Fonte: Aqui

Puella Magi Madoka Magica a possibilidade novo projeto






A franquia animada Puella Magi Madoka Magica que ficou compreendida pela série original de 2011, os dois filmes recompilatórios e um filme original, recebeu um anuncio do estúdio de animação SHAFT sobre a criação de um curta conceitual para uma nova história. Isso aconteceu durante o evento Commemorating 40 Years of Shaft: Madogatari, esses 40 aninhos ainda serão celebrados no próximo inverno em Tokyo.

Aparentemente esse curta seria uma indicação para novo projeto da franquia, porém nada foi confirmado oficialmente.

Só nos resta ficar na torcida. xD

Fonte: Blogiswar

Saga Yuri - Final



TSUBOMI 2009 a 2012 (Houbunsha)

Finalmente entramos na fase das revistas especializadas em yuri.

Com lançamentos trimestrais, Tsubomi surgiu em 2009, mas em 2010 passou a ser bimestral (meses em pares). Tsubomi foi considerada a mais importante do gênero yuri já que a mesma vinha publicando grande volume de mangás de autores famosos como Morinaga Milk, Megane Otomo, Nawoko, Mitsuru Hattori, Izumi Kazuto e Fuka Mizutani, dentre outros.
  A revista não possui link direto

A revista teve ao todo 21 edições. Em sua ultima edição trouxe o capítulo final do mangá Akihito Yoshitomi's Sisterism. As demais séries de mangá que vinham sendo publicadas tiveram suas conclusões em outro momento, porém a editora Houbunsha anunciou com brevidade aos seus leitores como seriam essas publicações. A editora ainda se comprometeu com as copilações dos mangás serializados na Tsubomi, além de manter o site da Tsubomi atualizado (Tsubomi Web Comic). A verdade é que não existe mais esse domínio na web, mas você pode acessar o  site da editora Houbunsha e encontrar novidades por lá.

O anunciou do fim da revista não agradou aos fãs pois a revista, bem como sua editora não haviam demonstrado nenhuma intensão em finalizar as atividades, o que deixou esse anuncio ainda mais difícil de ser aceito.


YURI SHIMAI 2003 a 2004 (Sun Magazine)

Vários autores queridinhos como Morinaga Milk e Akiko Morishima passaram pela Yuri Shimai, além de obras marcantes como foi o caso de Strawberry Shake. Dentro do gênero yuri a revista era especializada em romance juvenis, leiam nas entrelinhas "o amor entre colegiais". Sob esse modelo as narrativas eram o diferencial entre os mangás, pois aqui o popularizado seinen e o apelativo ecchi eram deixados de lado em busca de uma narrativas mais sérias em detrimento aos problemas e soluções dos casais yuri. 

Yuri Shimai tinha lançamento trimestral e rapidamente conquistou seu espaço no pequeno mercado das revistas especializadas em mangás do gênero yuri. Também chegou a  publicar one-shots e light novels. Seu encerramento foi em 2004, porém finalizou tudo mesmo em 2005 pouco antes do período que seria para o lançamento do sexto volume. Em julho do mesmo ano ela foi revivida como Comic Yuri Hime, agora da editora Ichijinsha, trazendo boa parte dos mesmos autores de mangás. A primeira Comic Yuri Hime nos deu o prazer de conferir a arte de Hibiki Reine (ilustrador das light novels da série Maria-sama ga Miteru) em sua capa.

COMIC YURI HIME 2005 (Ichijinsha)

A sucessora da Yuri Shima teve que ralar bastante para conquistar um lugar ao sol, pois a revista Yuri Hime, como é mais conhecida, era dependente financeiramente da revista Comic Zero Zum, somente em 2008 tornou-se independente. Como era motivo para comemoração, o décimo primeiro volume (lançado em 18 de janeiro de 2008), incluía um extra chamado de Petit Yuri Hime com artistas da própria revista e de outros seguimentos (Comic Yuri Hime S, Yuri Hime: Wildrose). Claro que os boys não poderiam ficar de fora, então essa Comic Yuri Hime S é um segmento para eles. Calma não fiquem triste meninas, a Comic Yuri Hime tem aproximadamente 70% de leitoras entre jovens e adultas. É nós no poder xD

Dentro dessas maravilhosas páginas de papel jornal podemos encontrar mangás com temas dos mais variados tipos, diversos estilos visuais, ainda tem os nossos artistas queridinhos e aquele velho espaço convidativo para novos talentos. Na Yuri Hime não existe um padrão, o que importa o relacionamento entre duas figuras do sexo feminino (sim aqui inclui bakemonos, mononokes, aliens, animais). Essa revista é sem dúvida uma excelente divulgadora do conteúdo yuri, o reflexo de todo esforço já veio e vem com a excelente audiência conquistada ao longo de décadas de publicações.

COMIC YURI HIME S 2007 (Ichijinsha)

Tamanho foi o sucesso da Comic Yuri Hime que logo surgiu a Comic Yuri Hime S com lançamentos trimestrais. Os mangás aqui são mais dos gêneros shounen e seinen, e, busca do publico masculino. A revista também conta com o gênero moe. Em 2010 foi fundida com a Comic Yuri Hime, mas continua com suas publicações voltadas para os leitores masculinos. O que antes não era interessante para a revista passou a fazer parte do seu acervo e vem conquistando também os leitores de seinen, shounen e moe. Os adolescentes masculinos não eram descartados porém não tinham entrado como público alvo até sua criação. A Comic Yuri Hime S vem provando que a editora Ichijinsha de fato compreende muito bem como conquistar os mais diferentes gostos dos seus leitores.

Chegamos ao final da saga. Será que gostaram? Essa foi a nossa viagem por dentro das revistas japonesas sob a visão do nosso gênero mais desejado (yuri). Nem preciso dizer que espero por vocês para as próximas matérias. Abraços yuris!! xD

Saga Yuri - Parte 3



DENGEKI DAIOH 1994 (ASCII Media Works)

Surgiu primeiramente na Cyber Comix da Bandai e depois passou para Media Comix Dyne. Hoje ocupa o importante papel de uma das revistas mais populares entre os shounen e pela variedade de assunto dentro das suas páginas. Além dos mangás podemos encontrar de quase tudo dentro daquelas páginas como abordagens sobre animes, dicas sobre vídeo games e ainda tem mais duas revistas publicadas simultaneamente (Dengeki Moeoh e Dengeki Daioh Genesis), tudo isso mensalmente.

Em seu nome completo (Monthly Comic Dengeki Daioh) a editora ASCII Media Works (antiga MediaWorks) resolveu pegar apenas o nome Dengeki como a marca para seus produtos.

O formato dessa revista é outro ponto interessante e que de certa forma agrada aos seus leitores, eles combinam as histórias dos mangás com tirinhas no formato 4-koma e muitos dos mangás lançados na Dengeki Daioh ganham o formato tankobon (formato para livro de bolso) através da Dengeki Comics.

Não são "bem" yuris mas algumas séries publicadas aqui são famosas entre os fãs do yurismo a exemplo de To Aru Kagaku no Railgun, Gunslinger Girl, Hayate x Blade, Venus Versus Vírus e outros.

MONTHLY COMIC REX 2005 (Ishijinsha)

A revista começou como edição especial da Comic Rex antes de se tornar independente, fazia mangás no formato 4-koma Kings Palette e publicava na revista Comic Rex, hoje busca trabalhar com histórias do gênero shounen através das suas publicações mensais. Passou a ser mensal em julho de 2008.


MANGA TIME KIRARA 2002 (Houbunsha)

Criada pelo desdobramento da revista Gag Series, especializada em Moe Yonkoma. Devido a popularidade com gênero "moe" no inicio na década de 2000, Kirara tornou-se uma família de cinco revistas onde quatro dessas continuam suas publicações especializadas nos gêneros, moe, slice of life e yonkoma (mangá no formato de tirinhas composto por quatro painéis de tamanhos iguais ordenados de cima para baixo, podendo também ser da direita para esquerda horizontalmente ou usar um estilo híbrido 2x2, depende do layout da publicação).

Dentro do grupo de revistas surgiram obras com grandes níveis de histórias Les ou diria seinen com "yuri sugerido", como foi o caso de Sakura Trick.

Boa parte das adaptações para animes são licenciados pela Sentai Filmworks para telespectadores norte-americanos, porém alguns títulos nem chegam a ser traduzidos a exemplo de Kill Me Baby, Yumekui Merry, e K-On. Infelizmente o slice of life não tem boa vendagem fora do Japão.

Mensalmente as revistas Kirara lançam em média 26 a 27 séries e muitos desses trabalhos são de novatos que antes de chegar a revista eram ilustradores ou autores de doujinshi.

MANGA TIME KIRARA CARAT 2003 (Houbunsha)

Toda trabalhada no gênero seinen, assim como Manga Time Kirara. O formato 4-koma esta fazendo sucesso por aqui, a Kirara Carat colocou algumas história nesse formato em suas páginas principais e vem fazendo sucesso entre os leitores. É comum encontrar a mesma série de mangá publicada em duas diferentes revistas da Kirara como o cado de R18! que começou sua série na Kirara Carat e passou para Kirara MAX. Bom, falando em mangás olha quem já passou por aqui: A Channel, K-on!, Kill me Baby, Hidamari Sketch e muitos outros.

MANGA TIME KIRARA MAX 2004 (Houbunsha)

Segunda ramificação da revista Manga Time Kirara, também editada mensalmente.

Dentre os trabalhos publicados e Kirara Max tive o prazer de conhecer Kiniro Mosaic que também ganhou duas temporadas animadas.

MANGA TIME KIRARA FORWARD 2006 (Houbunsha)

A revista mantém o estilo moe, porém não encontraremos o yonkoma por aqui. As narrativa são mais tradicionais a exemplo de Yumekui Feliz em que a história trata dos gêneros de ação e sobrenatural, praticamente um shounen com moes.

Revista mensal é a quarta da linha da Manga Time Kirara. Seus destaques são Puella Magi Kazumi Magica, Aldnoah.Zero, Yumekui Feliz, Hanayamata, dentre outros.

Dei uma olhada breve nos mangás dessa revista por causa de dois animes (Aldnoah. Zero e Hanayamata) e confesso que há muito trabalhos bons na Forward, diria até que aqui os novatos tem que provar serem merecedores para publicar tanto pela qualidade na arte quanto na originalidade do tema.

Lista completa dos mangás e suas revistas com as mais belas estudantes da academia feminina Yuri Zone

Saga Yuri - Parte 2


CHAMPION RED ICHIGO 2006 (Akita Shonen)


Champion Red Ichigo foi lançada pela editora Akita Shonen em 2006 como um spinoff da revista Champion Red. A publicação passou a ser regular (a cada dois meses) desde 2007, porém a Champion Red Ichigo já cessou suas atividades em 2014. A editora Akita Shonen lançou uma nova revista na web no final de outubro de 2014 para dar continuidade algumas séries de mangás que vinham sendo publicados na Champion Red Ichigo. A revista Champion Red continua com suas publicações mensais.

As revistas Shinshokan's yuri revista Pure Yuri Anthology Hirai, Mag Garden's Monthly Comic Blade e Shogakukan's Monthly Ikki também aproveitaram o momento para anunciar que iriam cessar suas atividades. A Monthly Comic Blade fez um anuncio oficial que estaria sendo substituída pela revista Comic Garden.

COMIC HIGHT! 2004 (Futabasha)


A primeira revista shoujo destinada para o sexo masculino começou como uma edição especial da Weekly Manga Action tonando-se depois independente, com lançamentos mensais. Em seu site oficial podemos encontrar a descrição "Girlish comics for boys and girls" mas o seu público alvo são homens entre os 18 aos 35 anos de idades, o que nos deixa claro que a revista esta mais para o gênero seinen. Por aqui alguns mangás ficaram icônicos como Kodomo no Jikai, Onii-chan no Koto Nanka Zenken Suki Janain Dakara ne!!, Chu-Bra!!, dentre outros.

Agora pasmem... Girl Friends foi lançado pela Comic Hight! primeiramente para os tiozões.

COMIC BLADE 2002 (Mag Garden)


Direcionada para os fãs de shonen ela começou a ser publicada em fevereiro de 2002 sob o nome de Monthly Comic Blade e era vendida exatamente a cada dia 30 de cada mês, mas isso foi até julho 2014. Reformulada, a revista foi reiniciada em setembro de 2014 como uma revista online sob o nome de Online Magazine Comic Blade, atualizada nos dias 5, 15, 25 e 30 de cada mês. As séries de mangás são publicadas no formato tankobon pela Comics Blade.

O yuri pode não ser o forte dessa revista, mas algumas séries que passaram por aqui podem ter sido conferidas por vocês através das animações como foi o caso de alguns mangás que já foram transformados em animes como Ar Tonelico, Aria, Steins;Gate, Psycho-Pass e outros.

YOUNG GANGAN 2004 (Square Enix)


Gangan é um 'mangá imprint' da editora Square Enix (originalmente Enix), traduzindo para nossa língua quer dizer que uma única editora possui várias marcas para destinar a grupos demográficos de leitores diferentes do mercado japonês. As revistas da Square Enix são famosas porque boa parte das séries ganham o formato animado e se você não assistiu alguns 
desses com certeza já deva ter ouvido falar em Fullmetal Alchemist, Moribito: Guardian of the Spirit, Nabari no Ou, Inu x Boku SS, Soul Eater, Bamboo Blade, Darker Than Black: Shikkiou no Hana, Mononoke, Working!! e outros.

A Young Gangan faz parte das revistas da Gangan, com o foco no gênero seinen ela é publicada duas vezes por mês, na primeira e terceira sexta-feira.

As demais revistas que compõem o clã da Square Enix são: Monthly Shonen Gangan (1991), Monthly GFantasy (1993), Gangan Online (2008) e Gangan Joker (2009). Existiram mais duas revistas porém elas foram finalizadas e ficaram com o status de descontinuadas, são elas a  Gangan Powered (2001 a 2009) e Monthly Gangan Wing (1996 a 2009).

No quesito yuri as obras não chegam a ser tantas assim, mas as poucas que apresentam são interessantes. 


COMIC GUM 1996 (Wani Books)


Com seus trabalhos voltados para o gênero seinen, a revista Comic Gum tem publicação mensal para homens acima de 18 anos. É comum em revistas do gênero seinen vir posters ou pin-up (imagens de poses sensuais), porém a Comic Gum prefere dar outros tipos de brindes das suas séries aos seus leitores incluindo CDs drama, Tranding Cards, DVDs especiais e outros.

Particularmente não conheço muito das obras dessa revista e o pouco contato em que tive não gostei muito das histórias. O mangá mais conhecido dessa revista é Ikkitousen que ao ganhar uma série em anime ganhou maior visibilidade entre os amantes do seinen.

MONTHLY COMIC ALIVE 2006 (Media Factory)


Mais conhecida por Comic Alive, é considerada uma das mais conhecidas dentre as revistas lançadas atualmente. Seus lançamentos mensais vem trazendo titulos bem ecleticos para agradar varios públicos além do seinen. Alguns dos seus mangás já são famosos entre fãs de outros gêneros, é o caso de Zero no Tsukaima, Steins;Gate, Maria+Holic, IS (Infinite Stratos) Kampfer, Chaos;Head-Blue Complex, Non Non Biyori e outros.

A Comic Alive sem dúvida prioriza obras seinen, mas não podemos esquecer da façanha que Sasameki Koto fez por aqui. A série de mangá que narra o romance yuri entre colegiais conseguiu grande sucesso conquistando uma serialização longa e muitos fãs. Sem apelos visuais a série fixou seu espaço entre um público que não consegue viver sem bombis, isso é a prova que uma obra quando bem feita pode ser aceita por qualquer publico. Ah! O mangá também conquistou uma série animada.

MONTHLYS COMIC FLAPPER 1999 (Media Factory)


Sussessora da Comic Alpha, a Comic Flapper é publicada a cada dia 5 de cada mês e saiu juntamente com a Monthly Comic Alie e Monthly Comi Gene, da mesma editora.


Quer saber quais foram os mangás (yuri/shoujo ai) de cada revista? Acesse Yuri Zone

Saga Yuri - Parte 1



Depois de concluídos por seus autores os mangás vão direto para as revistas periódicas, essas por suas vez são direcionadas para públicos específicos, selecionados pelos gêneros ou pela idade. Agora pensem em uma revista grossa, o suficiente para conter mais de 400 páginas em papel -jornal no formato de revista telefônica. É nesse formato que elas chegam até os seus leitores por meio das livrarias ou bancas de jornais. Deu vontade de sair correndo para comprar uma? Infelizmente essas revistas não fazem parte da nossa realidade aqui no ocidente, temos que nos conter com os mangás recopilados dessas revistas.

O que faz dessas revistas especiais?

Não é novidade alguma que os japoneses sempre gostaram de divulgar suas artes de forma pública e com o surgimento da impressa ficou mais fácil reproduzir em grande escala podendo alcançar um número maior de leitores ou curiosos. Essas revistas sempre foram tratadas como deusas do entretenimento entre os adoradores da cultura JPOP. Além dos mangás em primeira mão também divulgam novidades sobre os autores, e atualmente já podemos encontrar uma infinidade de assuntos como animes, games e até brindes com edições limitadas. Alguns mangás chegam a ser publicados com erros nessas revistas e quando recopilados sofrem correções (para os fãs o erro é como um marco importante), ainda temos oneshots que somente nas revistas ganham espaço já que os mesmos não são recopilados e com isso tendem a ser tratados como desconhecidos fora do Japão.

Algumas dessas revistas já possuem fama suficiente para dispensarem apresentações como a Shounen Jump, por isso selecionamos algumas que tiveram a iniciativa para divulgar os mangás do gênero yuri.



RIBON 1955 (Sueisha)

A revista Ribon Magazine (りぼん) vem mantendo um longo duelo com sua rival Nakayoshi da editora Kodasha, as duas possuem o mesmo público alvo (jovem adolescentes) e por isso não se bicam. Enquanto Nakoyoshi publica Sailor Moon, a revista Ribon procura popularizar obras como Kofomo no Omocha. De olho no shoujo, essa revista não deixou por menos e tratou de publicar Shiroi Heya no Furai que é um mangá 100% yuri, mas não parou por ai.

COMIC RYU 1979 (Tokuma Shoten)

Surgiu como uma extensão da conhecida Animage da editora Tokuma Shoten. Em busca dos fãs de seinen, algumas obras já receberão animação o que ajudou a serem mais conhecidas a exemplo de Xenon, Arion, Legend of the Galactic Heroes, dentre outros. Você poderá encontrar mais novidades no site da Comic Ryu.

RAKUEN LE PARADIS 1973 (Hakusensha)

Para quem curte shoujo e josei essa revista é a escolha certa. Por essa revista já saíram e sai excelentes mangás yuri e para quem quer ir além vai gostar de saber que a revista também apoia trabalhos do gênero yaoi. Além de trazer josei que tanto adoro, essa revista tem as capas mais bonitas por ter um estilo limpo sem aquele monte de informação que serve para poluir o visual e a sensualidade que só a arte das capas da Rakuen le Paradis tem.

Em 2014 a revista ganhou edições online sob temas das estações do ano. A primeira edição teve o prazer de trazer a Primavera com one-shots de 24 autoras da própria revista com lançamento no dia 10 de março seguindo até 20 de abril. Lembrando que isso foi um projeto e a revista continua sendo vendida normalmente.

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